Conforme comenta Tiago Oliva Schietti, os planos funerários fazem parte de um tema sensível, mas necessário, quando se fala em organização financeira e proteção familiar. Entretanto, pensar com antecedência evita decisões apressadas em momentos delicados. Isto posto, avaliar esse tipo de serviço com calma permite entender se ele realmente entrega tranquilidade, previsibilidade de custos e suporte adequado para a família.
Pensando nisso, a seguir, abordaremos os principais pontos relacionados aos planos funerários, incluindo vantagens, custos e coberturas mais comuns. Portanto, continue a leitura para entender como esse serviço funciona na prática e se ele faz sentido dentro da sua realidade financeira.
O que são os planos funerários e como funcionam?
Os planos funerários são contratos firmados com empresas especializadas para cobrir despesas e serviços relacionados ao funeral, como destaca Tiago Oliva Schietti. Na prática, o consumidor paga uma mensalidade ou valor anual e, em contrapartida, garante que diversos procedimentos sejam realizados sem custos adicionais no momento do falecimento.
Esse tipo de plano costuma incluir desde a preparação do corpo até a organização da cerimônia, passando por transporte, urnas e apoio burocrático. Tendo isso em vista, a principal proposta desse serviço é reduzir o impacto financeiro e emocional sobre os familiares, oferecendo suporte em um período naturalmente difícil.
Outro ponto relevante é que os planos funerários podem ser individuais ou familiares, de acordo com Tiago Oliva Schietti. Dessa forma, nos modelos familiares, mais de uma pessoa fica protegida pelo mesmo contrato, o que costuma representar uma economia significativa ao longo do tempo, especialmente para famílias maiores.

Planos funerários valem a pena financeiramente?
A avaliação financeira é uma das dúvidas mais comuns entre quem considera contratar planos funerários. Em muitos casos, o custo mensal é relativamente baixo quando comparado às despesas imediatas de um funeral pago de forma avulsa, que tendem a ser elevadas. Assim sendo, o valor investido ao longo dos anos costuma ser inferior ao gasto que a família teria se precisasse arcar com todos os serviços de uma só vez.
Além disso, a previsibilidade financeira permite um melhor planejamento do orçamento, sem surpresas em momentos críticos. Contudo, ainda assim, é fundamental analisar o contrato com atenção, conforme frisa Tiago Oliva Schietti. Pois, nem sempre o plano mais barato é o mais adequado. Logo, avaliar o equilíbrio entre preço, serviços oferecidos e qualidade do atendimento é essencial para determinar se o custo-benefício realmente compensa.
Quais coberturas costumam estar incluídas nos planos funerários
Em suma, as coberturas variam de acordo com a empresa e o tipo de plano contratado. Por isso, entender o que está incluso evita frustrações futuras garante que o serviço atenda às expectativas da família. Inclusive, é importante reforçar que a leitura detalhada do contrato é indispensável. Isto posto, a seguir, estão algumas coberturas comuns nos planos funerários disponíveis no mercado:
- Preparação e higienização do corpo, seguindo normas técnicas e sanitárias;
- Fornecimento de urna funerária compatível com o plano contratado;
- Transporte do corpo, incluindo remoção e deslocamento até o local do velório;
- Organização do velório e da cerimônia, com estrutura básica e apoio operacional;
- Auxílio com documentação e trâmites legais necessários.
Esses serviços formam a base da maioria dos planos funerários. Aliás, quanto mais claras forem as coberturas desde o início, menor é o risco de custos extras ou conflitos no momento de utilização do plano.
Os planos funerários como uma decisão de planejamento e cuidado
Em conclusão, ao analisar todos esses aspectos, fica claro que os planos funerários não se resumem a um serviço pontual. Segundo Tiago Oliva Schietti, eles fazem parte de uma estratégia de planejamento financeiro e de cuidado com quem fica. Assim, para muitas famílias, essa escolha representa organização, previsibilidade e acolhimento em um momento delicado. Desse modo, avaliar se os planos funerários fazem sentido para a sua realidade é um passo importante para quem busca segurança e tranquilidade.
Autor: Xerith Estrope

