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A Comissão de Previdência da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 231824, que prioriza jovens até 21 anos em serviços de acolhimento institucional ou familiar para programas sociais como Bolsa Família e Minha Casa. O objetivo é garantir acesso a oportunidades econômicas e sociais para esses jovens vulneráveis. A lei visa reduzir as desigualdades sociais e promover inclusão dessas pessoas em políticas públicas que visam melhorar suas condições de vida. O próximo passo será analisar o projeto pela Câmara dos Deputados, antes de seguir para o Senado Federal para ser aprovada ou não.

Projeto de Lei prevê ferramenta de controle parental para proteger crianças e adolescentes. A ferramenta permitirá que os pais gerenciem as configurações de privacidade das contas da criança, como restringir compras e transações financeiras, visualizar perfis de adultos com quem se comunica e mais. O objetivo é garantir a segurança e proteção online das crianças e adolescentes em meio à utilização de redes sociais e outras plataformas digitais. Com essa ferramenta, os pais poderão ter maior controle sobre as atividades da criança na internet e tomar decisões informadas para sua proteção.

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza a doação de equinos resgatados por maus-tratos a centros de equoterapia, com foco em atividades terapêuticas. A medida visa melhorar a qualidade de vida desses animais, que tiveram sofrimento e necessitam de cuidado especializado. Com essa doação, os centros poderão utilizar esses equinos em programas de terapia equina, ajudando pessoas com deficiência ou problemas de saúde. O projeto busca garantir o bem-estar desses animais após seu resgate, aproveitando sua capacidade de auxiliar aqueles que mais precisam. A medida é uma forma de justiça e compensação para os equinos que foram vítimas de maus-tratos.

O conceito de família no Brasil é mais amplo do que o modelo tradicional baseado em ligações biológicas e matrimoniais. Com a promulgação da Constituição de 1988, diferentes tipos de vínculos de parentesco foram reconhecidos e garantida a igualdade entre os filhos. Nesse contexto, o direito brasileiro aceita a filiação socioafetiva, uma relação construída com base no afeto e na convivência. Sem um vínculo biológico necessário, essa filiação é essencial para proteger direitos como herança e pensão alimentícia. Em processo sob segredo de justiça, a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nancy Andrighi destacou que a filiação socioafetiva reconhece a identidade real do filho e estabelece laços de afetividade. Esse entend